O profissional de saude coletiva

8 06 2010

As mudanças ocorridas na Saúde, com a criação do Sistema Único de Saúde (SUS), forçaram um repensar sobre a formação de um novo profissional de Saúde Coletiva. Porém, o modelo biomédico, centrado na doença, ainda prevalece. O Curso de Saúde Coletiva veio para confrontar com esse sistema que hoje está imposto a sociedade.

Ha algum tempo atrás, só se ouvia falar em Saúde Coletiva em níveis de pós – graduação, onde aproveitavam – se, médicos, dentistas, fisioterapeutas, nutricionistas, entre outros profissionais da saúde para serem profissionais pós – graduados em saúde pública. A saúde coletiva em níveis de graduação vem em busca de um novo olhar para formar profissionais, que em quatro anos, que serão capazes de compreender a saúde pública como um processo continuo em um parâmetro de conhecimentos e práticas.

Esse profissional será conhecido como, Bacharel em Saúde Coletiva ou sanitarista, não atuará na questão clinica, mas compreendendo e atuando interdisciplinarmente na esfera pública, em programas como promoção à saúde, vigilância ambiental, sanitária e epidemiológica, também podendo administrar e supervisionar políticas sociais de saúde em órgãos públicos, privados ou no terceiro setor.

O perfil do profissional em Saúde Coletiva é generalista, humanista, crítico e reflexivo, qualificado para atender as necessidades sociais de saúde e gerenciar os processos coletivos de trabalho em saúde, fundamentado em princípios humanísticos e éticos. Capaz de realizar ações de vigilância, planificação, gestão, controle, avaliação, auditoria, além de intervenções sociais e organizadas dirigidas a promoção, proteção, comunicação e educação em saúde.

Busca-se na Saúde Coletiva um profissional voltado para uma melhor atenção à saúde pública, que busque suprir as demandas do mercado de trabalho que engloba principalmente programas e instituições governamentais, podendo abranger empresas privadas de saúde. Há boas perspectivas para esse profissional no setor público para atuar na formulação de políticas sociais e também na gestão das unidades de saúde, simultaneamente, responder às novas necessidades decorrentes das mudanças nas formas de organização e gestão das instituições de saúde, bem como coordenar programas, projetos e sistemas de saúde, nas áreas de planejamento, gestão e avaliação. O sistema suplementar, que engloba empresas de seguro – saúde e organizações médicas, também absorvem esse bacharel, podendo ocorrer nos órgãos da área sanitária, ambiental, saneamento e agrária.

Instituições e Secretarias de saúde possuem cargos que são hoje ocupados por pessoas oriundos de outras graduações, pessoas que apenas conhecem a saúde pública, cargos esses que devem ser exercidos futuramente por bacharéis em Saúde Coletiva.

Autores: Erik Firmino de Paula, Paula Tavella dos Santos, Paola Mariana dos Santos, Jeffernson C. da Silva, Inês de Freitas Apel, Gracielle C. Jubanski, Marcelo  Pereira de Oliveira.

O PROFISSIONAL DE SAÚDE COLETIVA

As mudanças ocorridas na Saúde, com a criação do Sistema Único de Saúde (SUS), forçaram um repensar sobre a formação de um novo profissional de Saúde Coletiva. Porém, o modelo biomédico, centrado na doença, ainda prevalece. O Curso de Saúde Coletiva veio para confrontar com esse sistema que hoje está imposto a sociedade.

Ha algum tempo atrás, só se ouvia falar em Saúde Coletiva em níveis de pós – graduação, onde aproveitavam – se, médicos, dentistas, fisioterapeutas, nutricionistas, entre outros profissionais da saúde para serem profissionais pós – graduados em saúde pública. A saúde coletiva em níveis de graduação vem em busca de um novo olhar para formar profissionais, que em quatro anos, que serão capazes de compreender a saúde pública como um processo continuo em um parâmetro de conhecimentos e práticas.

Esse profissional será conhecido como, Bacharel em Saúde Coletiva ou sanitarista, não atuará na questão clinica, mas compreendendo e atuando interdisciplinarmente na esfera pública, em programas como promoção à saúde, vigilância ambiental, sanitária e epidemiológica, também podendo administrar e supervisionar políticas sociais de saúde em órgãos públicos, privados ou no terceiro setor.

O perfil do profissional em Saúde Coletiva é generalista, humanista, crítico e reflexivo, qualificado para atender as necessidades sociais de saúde e gerenciar os processos coletivos de trabalho em saúde, fundamentado em princípios humanísticos e éticos. Capaz de realizar ações de vigilância, planificação, gestão, controle, avaliação, auditoria, além de intervenções sociais e organizadas dirigidas a promoção, proteção, comunicação e educação em saúde.

Busca-se na Saúde Coletiva um profissional voltado para uma melhor atenção à saúde pública, que busque suprir as demandas do mercado de trabalho que engloba principalmente programas e instituições governamentais, podendo abranger empresas privadas de saúde. Há boas perspectivas para esse profissional no setor público para atuar na formulação de políticas sociais e também na gestão das unidades de saúde, simultaneamente, responder às novas necessidades decorrentes das mudanças nas formas de organização e gestão das instituições de saúde, bem como coordenar programas, projetos e sistemas de saúde, nas áreas de planejamento, gestão e avaliação. O sistema suplementar, que engloba empresas de seguro – saúde e organizações médicas, também absorvem esse bacharel, podendo ocorrer nos órgãos da área sanitária, ambiental, saneamento e agrária.

Instituições e Secretarias de saúde possuem cargos que são hoje ocupados por pessoas oriundos de outras graduações, pessoas que apenas conhecem a saúde pública, cargos esses que devem ser exercidos futuramente por bacharéis em Saúde Coletiva.

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O curso de Saúde Coletiva PARTE 2

1 06 2010

INGRESSAMOS EM UM CURSO NOVO, DIFERENTE, INOVADOR E CHEIO DE DESAFIOS. DEPARAMOS-NOS COM DIVERSOS CONCEITOS E TEORIAS SOBRE O MODELO HOSPITALOCENTRICO, CURATIVISTA, COMPLEXO E DESUMANIZADO, UM MODELO DEBATIDO BASICAMENTE ENTRE O RELATÓRIO FLEXNER E O MODELO CARTESIANO, AMBOS ESPECIALISTAS. E TAMBÉM COM A CONCEPÇÃO AMPLIADA EM SAÚDE, QUE TEM COMO BASE A HUMANIZAÇÃO NO PROCESSO EM SAÚDE-DOENÇA.

O PRÓPRIO SUS POSSUI POLITICAS BASEADAS NESSA HUMANIZAÇÃO, ONDE O PROFISSIONAL TRABAJHA COM O INDIVIDUO DE FORMA INTREGRAL, RESPEITANDO TODAS AS SUAS PARTICULARIEDADES.

A EDUCAÇÃO EM SAÚDE VEM PASSANDO POR TRANSFORMAÇÕES CONTÍNUAS NA UNIVERSIDADE

UMA DAS MUDANÇAS QUE VEM A TONA É A INSERÇÃO DA CONCEPÇÃO AMPLIADA EM SAÚDE QUE SE DEFRONTA COM O MODELO BIOMÉDICO,

PORÉM UM DOS GRANDES DESAFIOS ENCONTRADOS PELOS EDUCADORES É A ENORME RESISTÊNCIA AS MUDANÇAS, PRINCIPALMENTE A UMA NOVA CONCEPÇÃO EM SAÚDE

A GRADUAÇÃO EM SAUDE COLETIVA VEM PARA ENFRENTAR AS BARREIRAS IMPOSTAS PELO MODELO BIOMÉDICO, E VEM BUSCANDO A UNIVERSALIZAÇÃO DE SEUS DIREITOS FUNDAMENTADOS NA CONSTITUIÇÃO DE 1988, VISANDO TRABALHAR A INTERDISCIPLINARIEDADE.





O curso de Saúde Coletiva

26 05 2010

Através da ideologia proposta pela UFPR Setor Litoral que busca inovação até mesmo uma evolução no modo de educar, motiva o estudante a desempenhar funções voltadas às politicas sociais buscando incessantemente mudanças prioritárias, traçando o perfil de um profissional que começa a percorrer um caminho voltado a novos principios.

O curso de Saúde Coletiva aborda as seguintes temática: política, educação, gestão, cuidado, epidemiologia e SUS. Busca inovar fugindo do modelo Bio-Médico que atualmente está imposto a sociedade. O Bacharel em Saúde Coletiva deve ser um profissional transdiciplinar, sabendo trabalhar em equipe e sabendo lidar com diferentes situações que lhe forem impostas. O grande desafio deste profissional é o resgate do coletivo, quebrando os paradigmas do modelo Bio-Médico (Especialista, Individualista e hospitalocêntrico).

Os estudantes pensando em uma Universidade voltada para a mobilização da sociedade na defesa dos principios constitucionais que fundamentam o SUS para um controle social de saúde.

O profissional de Saúde Coletiva vem com uma formação voltada para a humanização na interface  com os diferentes niveis de atenção a saúde.

Autores: Alunos do curso de Graduação em Saúde Coletiva





Brasília

26 05 2010

Olá Pessoal.
Eu Erik ou Frederico (FRED), como fiquei conhecido em Brasilia e a Paola, unica pessoa que não ganhou apelido nessa estadia em BsB, fizemos um passeio pelo planalto central com a Gécica (Leia-se Gisele ou Gicca),e o pessoal da FCE, a cidade é muito diferente do que passa na tv, a principio muito melhor, o passeio na segundo foi bem rápido pelo explanada tendo em vista que a galera tinha que estudar e não queríamos atrapalhar as suas aulas. Eu e Paola ja voltamos para casa, saímos da capital Federal na terça feira dia 18 às 20:00 horas a viagem foi tranquila sem sustos, porém muito cansativa, chegamos em Curitiba aproximadamente às 19:30,conseguimos comprar passagem para Matinhos no busão das 21:15 ainda bem que ainda tinha lugar, o unico problema era o itinerário da bagaça era via praia de leste muito longe isso.
Enfim chegamos em CAPIM nome o qual Matinhos ficou conhedida por terras candangas, mas isso e outra história para um outro momento.





Brasília, últimos dias.

26 05 2010

Hoje foi dia de aulas ÓTIMAS, tipo políticas, promoção da saúde.
Me parte o coração saber que amanhã eu terei que embarcar pra Curitiba novamente.
Estou em um misto de felicidade e cansaço… daqui a pouco vamos sair para conhecer a noite do DF.
Fica aqui um beijo e um até amanhã.
Saudades do PR





Brasília

26 05 2010

Hoje Brasília se resumiu a UnB.
Assisti muitas aulas, muita coisa bacana.
Fui de educação em saúde à MAD (leia-se a pior disciplina do mundo)… estou exausta.
O Dérik Frederico Cabeção e a Paola já voltaram pra casa, me deixaram sozinha em BsB :O
Estou morta de cansaço e de saudades do Paraná.
Fica aqui meu beijo e algumas fotos.





segunda-feira, 17 de maio de 2010

26 05 2010

olá galera,
Ahh Brasília, Brasília. Como está sendo produtiva essa viagem.
Vou relatar brevemente nossas aventuras e superações na capital do país.
Domingo, 16 de maio de 2010:
Eu (Gi) perdida no aeroporto, pessoas que eu nunca vi na vida foram me buscar, logo eu não sabia quem era hahahah todo mundo parecia igual e todo mundo era desconhecido. Depois de alguns minutos vagando pelo aeroporto “encontro” a Laís e Barbara (UFRJ) e Antônio(UnB) me esperando. Pouco tempo depois chegam Dérik (haha) e Paola com o Flor, o João e o Paulo. Depois de ficarmos derretendo por um tempo no aeroporto fomos a FAL (fazenda da universidade onde ficamos alojados durante o domingo), que lugar bacana, bem acolhedor, agradável, mas longe de TUDO E TODOS. Estava muito quente, era meio dia, queríamos começar logo as discussões, mas ainda não havíamos almoçado (e a SAGA COMEÇA).Fomos procurar um lugar para comer, mas antes que achássemos o Flor quebrou o carro, e agora? eramos 8 pessoas e agora apenas 1 carro. Almoçamos numa chinezinha e retornamos a FAL. Os guris de Brasília por motivos maiores ausentaram-se e ficaram na fazenda apenas o pessoal do Rio e o Paraná (e por falar nisso é assim que somos conhecidos aqui: meninas do PR ou galera do PR). Nesse meio tempo que ficamos lá muitos dormiram, alguns estudaram, outros ficaram na net, outros ainda falaram com o Roberto Medronho pelo celular. As 17h o grupo já estava formado com representantes das três universidades, a reunião começa as 18h12min e estende-se a 23h45min. Muitos pontos discutidos, muito produtivo pela quantidade de pessoas e pelos temas abordados. A sintonia do grupo era muito boa, não que concordávamos com tudo e todos, mas conseguimos estabelecer um debate construtivo e sempre muito respeitoso.
Após a reunião, e após termos congelado já que ô lugarzinho frio a noite aquela fazenda viu hahaha rolou uma “confraternização”, da maneira mais universitária possível.
ps: o céu daqui é Impecável! para quem é louco por céu, como eu, Brasília é uma perdição.

Segunda, 17 de maio de 2010:
06h todos acordados pensando em como sairíamos da FAL, depois de muitas estratégias conseguimos todos chegar em Ceilândia as 10h da manhã. Fomos todos a UnB, campus Ceilândia. Fomos extremamente bem recebidos pelos professores e coordenadora do curso de Saúde Coletiva, também conhecemos a diretora e o vice-diretor do campus.
Depois conhecemos alguns alunos e tivemos uma reunião com alguns professores, que abriram as portas da universidade para que assistíssemos suas aulas enquanto estivéssemos aqui em Bsb.
Após o almoço fomos conhecer a Brasília da TV, ou seja, fomos fazer turismo.
O acolhimento que as pessoas tiveram conosco na rua foi fascinante. Gosto do jeito delas, não sei… algo me chamou atenção nas relações interpessoais aqui.
Mas depois que muitas aventuras pelos ministérios chegamos novamente a Ceilândia.
Há pouco as gurias do Rio foram embora, confesso que meu coração apertou de saudades, elas são ótimas, assim como todos que aqui conheci.
Já são 22:59, estou caindo de sono, acho que essa é a terceira noite que vou dormir pouco. Amanhã tenho aula com a galera da S.C. da UnB-Ceilandia, estou até um pouco nervosa, mas acredito que vai ser ótimo.
Na metade da minha estadia em Brasília já posso dizer: Saúde Coletiva é MUITO BOM!
Para vocês, companheiros de caminhada: por mais árduo que seja o caminho nunca deixe de ousar( não é meninas do Rio?). A criatividade, a ousadia são pontos fundamentais para nós que aqui estamos. Que tenhamos força de encarar tudo, de lutar pelo nosso melhor, de continuar andando, se com as próprias pernas ou com a “ajuda” da maternidade não sabemos, mas temos certeza que não podemos parar de caminhar.
Para aqueles que vão entrar nessa batalha: Venham, venham, lutar conosco. Venham lutar por ideais. É mais do que apaixonante, é indescritível o que podemos sentir construindo a saúde coletiva.

Morta de saudades da galera da UFPR-Litoral
Muitos beijos,
Gi!